Caxias Notícias Online

domingo, 24 de agosto de 2014

CONHEÇA OS ÍNDICES DA VIOLÊNCIA EM DUQUE DE CAXIAS NOS SEIS PRIMEIROS MESES DE 2014

Confira os números da Segurança Pública de Duque de Caxias, analisando os índices do ISP - Instituto de Segurança Pública da Secretaria de Estado de Segurança.






Fonte: http://arquivos.proderj.rj.gov.br/isp_imagens/Uploads/201406aisp15.pdf

BOPE É ACUSADO DE MATAR DOIS SUSPEITOS DE TRÁFICO NO PARQUE DAS MISSÕES EM CAXIAS


Os corpos de Leonardo da Costa Barboza, de 24 anos, e de Rodrigo Nascimento de Souza, de 30, foram encontrados nesta quarta-feira por moradores do Parque das Missões, em Duque de Caxias. De acordo com parentes, as buscas começaram logo após acabar a operação do Bope na comunidade, na manhã de tarça-feira. Os moradores acusam os policiais militares pelas mortes e afirmam que as vítimas não eram ligadas ao tráfico de drogas.


— Na comunidade, nos disseram que ele foi socorrido por moradores e retirado do carro onde estava pelos policiais militares, que o levaram. Depois, ele não foi mais encontrado — diz um parente de Rodrigo.
Os familiares foram a delegacias, hospitais e ao IML em busca de informações e, só depois de realizar as buscas pela região, encontraram os corpos no Rio Meriti, nos fundos da comunidade, com marcas de tiros e facadas, por volta das 9h. À tarde, os corpos foram levados para uma das entradas do Parque das Missões, próximo à Rodovia Washington Luís. Cerca de 50 moradores aguardaram no local a remoção, já no início da noite.
— Quando começou a troca de tiros, por volta de meia-noite de terça, eu tentei ligar para o Leonardo e não consegui. Parecia que estávamos numa guerra. Saí para procurá-lo, mas os policiais davam ordens para todos entrarem em suas casas. Fiquei com medo e voltei. Só fui vê-lo morto — lamenta um familiar de Leonardo.
Agonia semelhante viveram os parentes de Rodrigo Nascimento. Moradores da Penha, eles contam que receberam uma ligação informando que ele havia sido baleado na operação. As irmãs, a tia e a mulher foram para o Parque das Missões, onde chegaram na manhã de terça.
De acordo com o Bope, os esclarecimentos serão prestados à Polícia Civil, que abriu inquérito na Divisão de Homicídios da Baixada para apurar as mortes.

DUQUE DE CAXIAS É A SEGUNDA CIDADE COM MAIOR ÍNDICES DE HOMICÍDIOS NO RIO DE JANEIRO


Em nenhum lugar do estado do Rio mata-se tanto quanto na Baixada Fluminense. Considerando os primeiros sete meses de 2014, estão na região as cinco Áreas de Segurança Pública Integrada (Aisps) com maior índice de letalidade violenta — a soma dos homicídios dolosos, lesões corporais seguidas de morte, roubos seguidos de morte e autos de resistência — para cada cem mil habitantes.

Das seis Aisps da Baixada, embora também apareça entre a terça parte de pior desempenho, só Magé escapou de encabeçar a lista. Sorte que não tiveram, na ordem, os moradores de São João de Meriti, Belford Roxo, Mesquita, Duque de Caxias e Queimados, área em primeiro no ranking de mortes.

— Existe, desde sempre, um descaso e uma incompetência no que diz respeito à Baixada. Não é de ontem, começou há tempos. E até hoje não houve tentativa séria de reduzir isso — analisa o sociólogo Gláucio Soares, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Uerj.

A comparação com outras partes do estado parece reforçar a tese proposta pelo sociólogo, de negligência do poder público no trato com a Baixada Fluminense. Proporcionalmente, de janeiro a julho, houve 14 vezes mais vítimas da letalidade em Queimados do que em Botafogo, onde ocorreram menos de três registros por cem mil habitantes no período analisado — o levantamento foi feito pelo EXTRA com base nos dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). Já as menores taxas são de Botafogo, Copacabana e Tijuca
A análise do número de homicídios a partir de 2006, primeiro ano disponível para consulta no site do ISP, também é desigual. Até 2013, houve um total de 13.163 casos na região, ou uma morte a cada cinco horas. Além disso, enquanto os registros caíram ano a ano na capital no período, a Baixada seguiu outro rumo, ultrapassando a cidade do Rio em 2011 e abrindo vantagem desde então.
Embora responda por 23% da população do estado, foram registrados na Baixada 37% dos homicídios ao longo de 2013. Já a capital, apesar de ter mais habitantes (38,6% dos cidadãos fluminenses), registrou 27,8% das mortes.

Marcas sentidas nas famílias

Nos últimos anos, moradores da Baixada Fluminense foram obrigados a se acostumar com a violência. E a conviver com as mortes repentinas, que frequentemente arrancam à força partes essenciais de muitas famílias.
Uma delas é a de Elizabeth Medina Paulino, hoje com 51 anos. Em dezembro de 2003, dois filhos e um sobrinho saíram de casa para uma noite de suposta diversão numa casa de show situada na Rodovia Presidente Dutra, em São João de Meriti. Nenhum dos três voltou.
Acompanhados de um quarto jovem, Bruno, de 20 anos, Rafael, de 18, e Renan, de 13, foram sequestrados na saída do estabelecimento e levados para Duque de Caxias, também na Baixada. Lá, acabariam executados.
A tragédia familiar de Elizabeth ganharia ainda mais uma pitada de crueldade. Num caso que remonta à origem dos grupos de extermínio, que começaram a atuar na região no fim da década de 70, ficou comprovado que policiais militares cometeram o crime. O motivo, segundo as investigações, foi uma infundada acusação de roubo feita à quarta vítima, o soldado do Exército Geraldo Sant’Anna de Azevedo Junior, de 21 anos.
Dos PMs que responderam pela chacina, quatro foram condenados, um morreu e outro foi considerado incapaz após ter diagnosticada doença mental. O último deles, o capitão Ronald Paulo Alves Pereira, único oficial entre os réus, foi considerado impronunciável em janeiro e não irá a júri popular pelo crime.

 

Tráfico, milícias e extermínio
Para o delegado Pedro Medina, da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, a cultura de “justiça com as próprias mãos” que se sobressai em sua área de atuação é uma das causas do alto número de mortes. Além disso, nas contas dele, confrontos entre traficantes são responsáveis por 40% dos casos do gênero na região.
— Existem grupos armados responsáveis por este cenário. Aqui, há tanto tráfico de drogas, quanto milicianos e grupos de extermínio — acrescenta o delegado.
A inauguração da delegacia especializada na Baixada, em fevereiro, é apontada como um fator que pode auxiliar na redução da violência. Em março, afirma Medina, foram 170 homicídios, contra 126 em junho — uma queda de 26%.
— Isso é fundamental para a diminuição dos registros. A impunidade é uma das causas da retenção desta mancha criminal — afirma.
Já a Secretaria de Segurança (Seseg), por nota, afirmou que seu planejamento é para todo o estado do Rio. “Estamos atentos a particularidades e necessidades de cada região”, assegurou o texto.
Sobre a Baixada, a Seseg informou esperar que a presença de companhias destacadas (UPPinhas) em Nova Iguaçu, Meriti, Mesquita e na Mangueirinha, em Caxias, bem como a própria Divisão de Homicídios, contribuam para a redução dos índices de criminalidade. Por fim, prometeu repor efetivo policial na região.




‘Quem fez isso com meus filhos tinha certeza da impunidade’
Entrevista com Elizabeth Paulino, 51 anos, mãe de duas vítimas de chacina na Baixada
Como você avalia a situação da Baixada atualmente, 11 anos após a chacina?
Ainda é a mesma da época do crime. A sensação é de total impunidade e falta de segurança. Andar à noite na região é muito perigoso, todo mundo sabe disso.
O que mudou na sua vida depois do crime?
Eu achava que tinha segurança e confiava na polícia. Pensava que nunca aconteceria o que aconteceu com meus filhos. Agora, evito ao máximo a Dutra, bem como passar por São João de Meriti e Duque de Caxias, principalmente à noite.
Por que essas duas áreas?
Quem fez isso com meus filhos e meu sobrinho tinha certeza da impunidade, porque Caxias e São João sempre foram locais com uma incidência muito alta de casos de violência.
Em que pé está o caso?
Nem todos os culpados foram julgados e condenados. O mandante deste crime, um oficial da PM, foi declarado impronunciável em janeiro último. Vou continuar acompanhando o caso para cobrar justiça.



Fonte: http://extra.globo.com/casos-de-policia/baixada-fluminense-concentra-as-cinco-areas-do-estado-com-mais-casos-de-letalidade-violenta-13706751.html

POLICIAIS DO 15ºBPM PRENDEM UM E APREENDE MENOR COM ARMA E DROGAS EM CAXIAS


Um homem foi preso e um menor apreendido na Rua Massapê, no bairro de Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias, após ação de equipes do 15º BPM na manhã deste domingo.

Gabriel Azevedo e Souza, de 18 anos, e o menor estavam com uma pistola calibre 9mm, com 11 munições intactas, um rádio transmissor, 220 sacolés de cocaína, 33 trouxinhas de maconha e R$ 45,00 em espécie. Os jovens seriam membros da facção TCP (Terceiro Comando Puro). Eles foram levados para a 62ª DP, de Imbariê.

Fonte:http://extra.globo.com/casos-de-policia/homem-preso-menor-apreendido-com-drogas-armas-em-duque-de-caxias-13715666.html#ixzz3BMjaghV8

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

MULHER É MORTA A TIROS NA FRENTE DO FILHO POR EX MARIDO EM DUQUE DE CAXIAS


A empresária Adenilda Amaro da Silva, de 37 anos, foi morta a tiro, dentro de casa, no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na madrugada desta segunda-feira (18 Ago). O crime foi na frente do filho do caçula dela, de apenas 7 anos. Adenilda ainda foi socorrida por parentes e levada para o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha, Zona Norte do Rio, mas morreu minutos após dar entrada. Parentes acusam o ex-marido da empresária, alegando que ele a perseguia e ameaçava por suspeitar que tivesse sido traído. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

- Moramos em casas diferentes, mas no mesmo terreno. Eu estava dormindo quando ouvi o primeiro estampido. Logo em seguida, outros dois disparos. Corri para a casa dela para ver o que estava acontecendo. E vi o ex-marido dela já perto do muro, pronto para pular e fugir. Ele perguntou sobre o atual companheiro dela. Logo depois chegou meu sobrinho mais velho (de outro relacionamento de Adenilda), em estado de choque. E aí o sujeito sumiu. Quando cheguei perto do muro, eu o vi saindo com o carro - contou o cunhado da vítima, o mecânico Gilberto Muniz de Andrade, de 46 anos.

Adenilda Amaro foi morta a tiro
                              Adenilda  Reprodução do Facebook

Logo depois, ele entrou na casa de Adenilda. Encontrou o sobrinho mais novo, de 7 anos, filho da empresária e do ex-marido, chorando:

- Ele perguntou: “Minha mãe tá morta?”. Eu não sabia o que responder. Então, corri para quarto. Encontrei minha cunhada sangrando muito. Ela suspirava, parecendo que lutava pra respirar.

Com medo de não encontrar atendimento em hospitais de Caxias, a família decidiu levar Adenilda até o Getúlio Vargas. De acordo com Gilberto, ela morreu cerca de sete minutos após chegar à unidade. Os dois filhos dela estão com a mulher do mecânico.

- Estamos vivendo um pesadelo. Meu sobrinho a toda hora olha para mim e diz: “Papai está vindo!”. Está traumatizado. Pergunta se a mãe vai voltar e eu tenho que dizer que não. Digo: "Mamãe está no céu para sempre" - contou o mecânico, chorando muito.

Registros de ameaças
Segundo Gilberto, Adenilda havia feito oito ocorrências de ameaça contra o ex-marido na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Caxias, desde que o casal se separou, há oito meses. A perseguição do homem à ex era porque ele acreditava que a mulher o havia traído com o atual marido quando eles ainda eram casados.

- Minha cunhada viveu o inferno nesses últimos meses - contou o mecânico.

Adenilda será enterrada às 16h30m desta terça, no Cemitério Tanque do Anil, no bairro 25 de Agosto, em Caxias.

A assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que "as investigações estão em andamento" e que a perícia foi realizada no local do crime. Segundo o órgão, parentes e testemunhas estão sendo chamados para prestar depoimento na DHBF. "Todos os procedimentos de praxe estão sendo adotados para apurar as circunstâncias do crime", informa a nota, que conclui: "no momento mais informações não podem ser divulgadas para não atrapalhar o andamento das investigações".


Fonte: http://extra.globo.com/casos-de-policia/mulher-morta-tiro-na-frente-do-filho-de-7-anos-parentes-acusam-ex-marido-13656872.html#ixzz3Ayh4kGZw


Nota do Editor: A pergunta que não quer calar é:  QUANTOS REGISTROS DE OCORRÊNCIAS SÃO NECESSÁRIOS PARA UMA VÍTIMA FAZER NUMA DELEGACIA DE MULHERES, PARA QUE EFETIVAMENTE OS POLICIAIS POSSAM DAR SEGURANÇA A ESSA PESSOA?  QUANTAS MULHERES AINDA TERÃO QUE MORRER PRA QUE SE PERCEBA QUE ESSE MODELO DE PROTOCOLO DE MEDIDAS PROTETIVAS NÃO SÃO EFICIENTES?

  Me desculpe a assessoria da Polícia Civil, mas "as investigações estão em andamento", é o que menos importa no momento.. O que deveria ter sido feito por voces, NÃO FOI FEITO!!! Que se dane agora, prender ou não prender esse maldito covarde



terça-feira, 19 de agosto de 2014

SEQUESTRADO EM CAXIAS, POLICIAL É MORTO E CARBONIZADO DENTRO DO CARRO EM BELFORD ROXO

Policial Militar identificado como Soldado Costa da UPP da Fazendinha, teria sido identiicado como Policial por bandidos que o teria rendido em assalto na noite de segunda feira em Duque de Caxias.  Costa e outros dois amigos, estariam em um pagode próximo ao bairro Olavo Bilac, em Caxias, quando foram abordados por 4 vagabundos em duas motos. 



Ao reconhecerem Costa como policial, os bandidos teriam levado todos para a Favela do Dick na divisa de São João de Meriti e Belford Roxo.  La todos foram torturados e o Policial teria sido morto e colocado dentro da mala do carro.  O veículo totalmente carbonizado e com o corpo do policial no interior da mala foi encontrado ontem na Rua Begônia, na Vila Pauline, em Belford Roxo.


A identificação do suposto corpo do Policial Costa somente poderá ser feita após exames de DNA.



Os amigos, que acompanhavam o policial no pagode foram torturados e os traficantes teriam, inclusive, rasgado o rosto de um deles, gravando as siglas do CV Comando Vermelho, em um deles.

Após tortura, traficantes marcaram o rosto de uma das vítimas com a sigla do CV.







sábado, 16 de agosto de 2014

QUADRILHA DE LADRÕES DE CARGA RODA PARA A POLÍCIA NA BAIXADA



Uma quadrilha especializada em roubo de cargas de eletrodomésticos em Duque de Caxias, Belford Roxo e Magé, na Baixada Fluminense, foi presa por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) na quinta-feira (14). Segundo a polícia, os criminosos abordavam veículos de entregas de grande empresas varejistas e armazenavam parte deles em uma oficina no bairro de Pilar, em Duque de Caxias.

A Polícia Civil informou ainda que a prisão ocorreu após uma investigação de três meses. Os agentes prenderam os criminosos após perseguição e localização de uma carga que havia acabado de ser furtada. Foram presos Rodrigo Jackson dos Santos, Josimar de Freitas Moreira, André Luiz da Silva, Julio Cesar Ferraz de Almeida e Jefferson Ferreira de Morais, que estavam fazendo o transbordo da carga roubada. Parte do grupo conseguiu fugir, segundo a polícia.
Na ação, a polícia recuperou parte da mercadoria roubada e apreendeu uma pistola e um revólver que estavam com os criminosos, bem dois carros e duas motos usadas nas abordagens.

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